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21 de Setembro, 2018

A história do surf reuniu-se por uns dias nos Açores

Algumas das “lendas” que impulsionaram a modalidade regressaram à competição num formato para mais de 45 e 55 anos. De Tom Curren a Simon Anderson, passando por Layne Beachley, revisitamos a carreira de alguns ícones.

Tom Curren, tricampeão mundial, Layne Beachley, com um recorde feminino de sete títulos, Simon Anderson, inventor das pranchas com três quilhas. Ao todo são 27 lendas do surf e estão em competição até domingo, no Azores Airlines World Masters Championships, na praia de Santa Bárbara, Ribeira Grande, em São Miguel. Alguns não se viam há anos, desde o tempo em que competiam para os vários títulos mundiais, mas, por estes dias, encontram-se num rebuliço de ondas e emoções.

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“Esta foi a geração que me influenciou quando comecei há 36 anos”, recorda Rodrigo Herédia, antigo surfista profissional e membro da organização do evento. A prova está sob a alçada da World Surf League (WSL) e tem o apoio do Turismo dos Açores, que reforça a aposta no nicho do desporto. Herédia entrou no mar, pela primeira vez, de prancha debaixo do braço, tinha 11 anos, com um primo, e foi “um dos primeiros a ganhar ordenado em Portugal” por via do surf, além de ser detentor de vários títulos. É quase um momento “único” ter estes titãs todos juntos, assume, num cenário paradisíaco de verde e mar, na praia de Santa Bárbara.

Também o tricampeão mundial Tom Curren, 54 anos, filho do lendário big-rider (que surfa ondas gigantes) Pat Curren, que, por estes dias, chegou da Califórnia, está “entusiasmado por encontrar amigos de competições, que não via há algum tempo”. Uns chegaram da Austrália, outros do Havai, Brasil e até da Nova Zelândia. “Já não vejo alguns há sete anos. É óptimo pôr a conversa em dia sobre a nossa vida”, acrescenta Buzzy Kerbox, havaiano, 61 anos, pioneiro no surf tow-in (técnica que usa assistência para apanhar ondas) no início dos anos 2000.

Modelo, motorista, empregada de mesa

Afinal, o que têm feito estas referências do surf na etapa da vida pós-competição? “Viajo muito, faço surf, procuro ondas”, conta, entusiasmado, Tom Curren que, hoje em dia, é embaixador da Rip Curl. Começou aos seis anos, foi tricampeão mundial (1985, 1986 e 1990) e subiu ao pódio em 33 campeonatos. Buzzy está reformado, já geriu uma escola de surf e venceu vários campeonatos na Austrália e no México. Começou aos dez anos quando se mudou para o Havai e surfava todos os dias, tendo chegado a trabalhar como modelo. Agora, são os filhos que já lhe seguem as pisadas.

Fonte (leia mais em): Público / Foto: DR

Categoria: Turismo
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